Exposição ao sol e vitamina D

🔸️A exposição solar excessiva na infância está associada a um risco aumentado de câncer de pele, envelhecimento precoce e surgimento de lesões pigmentares cutâneas.

🔸️A vitamina D apresenta duas formas ativas: a vitamina D2 (ergocalciferol), com origem vegetal; e a vitamina D3 (colecalciferol), produzida a partir de um precursor presente na pele quando exposta à radiação ultravioleta B (UVB), mas podendo também ser proveniente da dieta.

🔸️Cerca de 80% da vitamina D do organismo tem origem endógena, a partir da exposição solar ☀️. No entanto, a exposição intencional para síntese de vitamina D não é indicada para a população geral. Isso porque, para síntese desta, seria necessária exposição solar entre as 10 e 16h – quando há incidência de UVB – sendo o horário com maior risco para desenvolvimento de câncer de pele.

🔸️Além disso, a quantidade de protetor solar 🧴e a frequência de reaplicação acaba sendo inferior à recomendação, não impedindo a produção da vitamina D.

🔸️A prevenção de sua deficiência na infância é feita através da suplementação, indicada desde a primeira semana de vida até os 24 meses.

Fonte: Guia de Fotoproteção na Criança e Adolescente – SBP

Jessica Ivanoff

Dermatologista

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